Casos reais vibrações ambientais

HÁ NECESSIDADE DE ESTUDOS DE IMPACTO DE VIBRAÇÃO AMBIENTAL EM OBRAS, SEJA PARA O LICENCIAMENTO DE EMPRESAS, AVALIAÇÃO DE TRANSPORTES MODAIS E CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS PESADOS PRÓXIMOS AS RESIDÊNCIAS E EDIFICAÇÕES TOMBADAS.


Materiais sobre a medição de vibração ambiental para emissão de laudos técnicos reconhecidos, fato gerador, que incorrem em ações judiciais, embargos / interdições e mudanças de metodologias nas construções próximas a áreas sensíveis:


"Uma empresa de construção civil na Alemanha começou um novo empreendimento de apartamentos no subúrbio. Estes edifícios representaram um estágio tardio da remodelagem/retrofit total de seu site e envolveu aplicar camadas de areia, com pilhas e camadas de aproximadamente 20 metros de profundidade. Um número grande de camadas precisavam ser instaladas em todo o site. Durante esta fase de construção a empresa realizou testes de estabilidade e descobriu que o solo circundante requeria compactação. Embora isso fosse um evento imprevisto foi corrigido através de técnicas de compactação, como compactadores e bate estacas. A empresa então começou a usar uma unidade vibro compactadora de nível profundo em torno das camadas. A vibração desta unidade resultou em queixas ao conselho local da vizinhança de moradores; preocupados com possíveis danos estruturais aos seus edifícios.


A medida que as queixas chegavam, a empresa realizou mais operações de compactação e identificou que os 3 metros superiores da camada de areia não foram compactados razoavelmente para a estabilidade de projeto. Para remediar a empresa começou a usar bate estaca numa altura especifica para compactar a camada de areia superior em torno das pilhas. O resultado dessa estratégia foi expor os residentes a uma vibração intermitente significativa. Os moradores começaram a identificar danos no interior de seus apartamentos e exigiram que o conselho tomasse medidas de forma intempestiva. O Conselho deu à empresa um aviso para parar as operações caso contrário iria interditar acessos e embargar a obra.


A empresa então numa situação potencializada pela falta de monitoramento e estudo de impacto de suas operações se encontrou com os residentes mais preocupados e exaltados proprietários das edificações vizinhas, que consistiam em pelo menos 750 unidades. A empresa teve que avaliar e monitorar o ruído e vibração de forma adequadamente que cada unidade estava exposta em função das operações, pois havia um passivo que deveria ser avaliado, mesmo porque alguns vizinhos aproveitando o desleixo da empresa afirmaram que suas residências estavam com problemas devido as atividades recentes no local.


A empresa também ensaiou o bate estaca caindo de várias alturas para determinar se havia uma altura aceitável para atender aos critérios de compactação requerido e aliviar a exposição dos residentes e evitar danos estruturais. Ao mesmo tempo, o conselho realizou testes separados de vibração e concluiu que, embora o nível de vibração produzido a partir das operações não resultaria em danos estruturais aos edifícios circundantes, isso ainda causaria irritação para os vizinhos. Com o fato gerador, o laudo técnico, o conselho exigiu que a empresa cessasse todos os trabalhos no local até que pudessem fornecer medidas compensatórias e metodologia de construção que satisfizesse os residentes afetado. Este embargo efetivamente interrompeu o uso contínuo de bate estacas nas operações. Os representantes da empresa reuniram-se com o conselho e apresentaram uma metodologia que eles estavam convencidos de aliviar as preocupações dos residentes em relação ao agente de risco vibração. Esta envolveu o uso de um rolo compressor de aproximadamente 25 toneladas. O conselho permitiu essa nova técnica de compactação com a condição de que o barulho (níveis de emissão sonora) estaria dentro de um nível e intervalo de tempo especificado e que esse método de compactação seria usado apenas na conclusão do método de compactação de vibração “de nível profundo” sem bate estaca em qualquer situação. Então o Conselho aceitou essa metodologia com base em dados técnicos, assim como se uma "reclamação razoável" fosse recebida, as obras do site teriam que cessar e outra metodologia teria que ser encontrada.


A empresa também enviou aos moradores potencialmente afetados um boletim informando-os das metodologias alternativas para trabalhos de compactação do local, quando seu uso começaria, previsões e prazos de operação. Não foram recebidas mais reclamações sobre a vibração da compactação no site. Além disso, reparou possíveis danos identificados pelos moradores nas estruturas das residências."


Critérios de vibração adotado:

http://www.epa.nsw.gov.au/your-environment/noise/industrial-noise/assessing-vibration


O Livro de Vibração ocupacional e ambiental apresenta um estudo de caso real, destacando as normas, unidades de medição, rastreabilidades e procedimentos para o estudo de impacto de vibração ambiental. No Brasil a norma da CETESB que trata o assunto e da comunidade europeia fornecem os limites de tolerância para o incômodo a comunidade e de danos as edificações. Quer conhecer mais sobre o assunto?  Faça a aquisição on line do Livro neste site.


Nota: Possuímos bancadas de medição e monitoramento contínuo com valores absolutos de alta exatidão que permitem o monitoramento e as adequações as normas (clique aqui). Contato: isegbusiness@gmail.com / 021 99999-6852 / 021 3549-4863.